A evolução tecnológica dos elementos que compõem a cidade

As cidades já continham componentes inteligentes antes da expressão “cidades inteligentes”. Os edifícios e automóveis foram os pioneiros assim como muitos elementos de infra-estrutura.

No início do século 20, o carro tinha apenas o motor como o único elemento autônomo e o motorista o controlava com os pés. Agora no século 21 mais componentes do carro tornaram-se automatizados e conectados entre si o que tornou a condução mais segura. O veículo autônomo ou carro inteligente não necessita portanto, da total atenção do motorista no momento em que está trafegando. A promessa ao desenvolver essa forma segura de navegação é a do motorista ser protegido de situações de risco que venham a ocorrer após os trabalhos cansativos de sua rotina.

O mesmo vale para os objetos inseridos em salas, cozinhas e quartos de residências. Já existem habitações no qual os objetos possuem suas próprias especificações e sensores, estando inseridos na rede denominada Internet das Coisas. Essa forma de gerenciamento permite que os diversos aparelhos sejam acessados, controlados remotamente e monitorados através de um serviço central. Alguns dos exemplos de sensores que existem nessas edificações são: sensores de movimento, de fumaça, de vazamento de gás, sistemas de telefone e vídeo, controle de luz, termostatos, dispositivos inteligentes de sombreamento dentre vários outros. Eles podem estar em constante conexão com os smartphones dos ocupantes e podem detectar quando estes estão à caminho de suas casas. Diferente das edificações inteligentes, a residência analógica ou tradicional é composta por fechaduras pesadas e não tem controle de tudo.

A cidade inteligente utiliza um consumo mínimo de recursos e oferece aos seus habitantes uma qualidade de vida baseado na interconexão inteligente dos serviços. Inteligente é o termo portanto, que não se refere apenas à tecnologia da informação mas engloba também os serviços de transporte, energia e comunicação em seus diferentes níveis hierárquicos. A cidade inteligente caracteriza-se também como a possibilidade da expansão de todos os projetos nela existentes de uma forma inovadora e com melhor desempenho, eficiência e menos desperdícios.

A aplicação dessas mudanças na infraestrutura urbana automatizam os vários processos que antes eram realizados manualmente e produz dados instantâneos, previsões e alertas precoces. Sensores urbanos podem ser um exemplo a serem mencionados pois através deles pode-se contabilizar o número de carros que trafegam pelas vias e monitorar vagas de estacionamento gratuitas. A iluminação inteligente também é uma das várias ideias aplicadas nas cidades inteligentes. Os sensores que podem acionar a iluminação de um espaço ao detectar objetos ou pessoas em movimentos e até avisos de congestionamento e monitoramento da qualidade do ar e níveis de ruído.

As cidades inteligentes são uma mistura de sensores fixos e móveis sobre a crescente influência dos softwares com o objetivo de melhorar a qualidade de vida urbana.

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